Passando pela margem segura da calçada. Está lá, Eriosvaldo e seu belo bato cinza e branco em suas mãos.
A mineira chegada de Tupaciguara, vê o gato e se encanta.
Oh! Quanta pelugem este pequeno tem! Disse a garota.
Eriosvaldo, por sua vez, não perde tempo e logo se impõe.
Claro senhorita, esse é o gato 'maizi' mimoso que eu tenho lá em casa!
Eriosvaldo, sem demora, deixa a menina falando sózinha e vende o gato ao churrasqueiro da esquina...
Senhor, pergunta a garota, porquê vendeu esse animal para o churrasqueiro?
Eriosvaldo retruca... Uai, nunca comeu churrasco de gato? Imagino que o gato da mãe deve de ser é muito bão! Só come coisa boa!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
Crônicas de Eriosvaldo
Eriosvaldo era um cara vistoso, supimpa, daqueles caras que quando chegava nos lugares com sua moto CG 150, enchia o peito e olhava faceiro.
Morava em uma cidade minúscula do Triângulo Mineiro, chamada Tupaciguara.
Ele era o único que tinha uma moto CG 150 de cor azul-bebê e parachoques com adesivos de fogo e carregava pães de queijo em seu bolso traseiro.
Seu sonho, como bom mineiro, era ter um alambique e 10 crias de meninos para cultivar cana e cuidar de umas ovelhas.
Eriosvaldo, já com seus 25 anos, cursara o técnico em agro-negócios e comprou, com uma herança deixada pelo avô, uma terrinha em Tupaciguara.
Certo dia, bebendo pinga com os amigos em Uberlândia, uma metrópoles que está quase se fundindo à São Paulo, vide http://desciclopedia.org/wiki/Uberl%C3%A2ndia, Eriosvaldo, resolveu apostar sua moto na sinuca, o conhecido Sinuca 8 da Rondon.
Eriosvaldo, com sua vasta esperiência em sinuca, ganhou as motos de seus amigos.
Mas, ele não contava com a astúcia de Manuqueba, que o convenceu à beber mais de 2 litros de pinga.
Vendo que Eriosvaldo não tinha nenhuma alteração, Manuqueba, tirou do bolso um frasco de Scotch e deu para ele. Sem hesitar ele tomou tudo num só gole.
A mistura se transformou numa bomba. Eriosvaldo conseguiu não só perder as motos que ganhou, como a própria e ainda as terrinhas de Tupaciguara.
Ele adormeceu na rua. Seus companheiros, o levaram para algum lugar. Ao acordar, sem roupa, sem nada, Eriosvaldo colocou a mão no 'bolso' e percebeu que apesar de sua mão feder a 'queijo', também perdera seus pães de queijo...
Tira de mineiro
Passando a noite acordado, como na maioria das vezes, me deparei com uma tira que achei até engraçada.
Fonte: http://www.fotosdahora.com.br
Entrando na maloca
Pensamentos que vem e vão.
Um capim na boca fazendo charme.
Chapeu de couro suado manchado.
Entro na maloca, um índio na porta.
Entra na maloca bebendo pinga.
Índio que nada, mais um dos muitos.
Bebendo pinga, comendo torresmo.
Mas que maloca é essa, te pergunto.
É a maloca do Mineiro lhe asseguro.
Elias A. Chacon
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Pensamentos que vem e vão.
Um capim na boca fazendo charme.
Chapeu de couro suado manchado.
Entro na maloca, um índio na porta.
Entra na maloca bebendo pinga.
Índio que nada, mais um dos muitos.
Bebendo pinga, comendo torresmo.
Mas que maloca é essa, te pergunto.
É a maloca do Mineiro lhe asseguro.
Elias A. Chacon
